Apresentação

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Postura profissional

No dia 20/05, fui à uma palestra na livraria cultura com a professora Romaly de Carvalho da Fundação Universa. O tema era: "Postura profissional - Como fazer sucesso na carreira". Abaixo, cito pontos importantes da palestra:

O comportamento pode pesar mais que o conteúdo.

Você precisa construir uma imagem que será sua marca pessoal, ou seja você será reconhecido pela sua elegância, carisma, irreverência,etc.

Tenha cuidado, ainda que seja fora da empresa, em relação à sua intimidade: lembre-se que hoje em dia tudo pode ser facilmente capturado com celulares com câmera.

Tenha uma conduta social positiva. É necessário fazer amizades ou manter uma boa impressão onde quer que você esteja, saiba ser cordial com todos, você só tem a ganhar.

Habilidade de relacionamento interpessoal: encanta os clientes.

Sobre apresentações e cumprimentos:

Você sabe se apresentar? Então você é um articulador.

Ao se apresentar a alguém, lembre-se sempre de falar seu nome e sobrenome, por exemplo: Michelle Simões. Olhos nos olhos, sorrindo e nunca com a mão frouxa, pois passa uma imagem de insegurança. Também nunca apertada demais, pois isso soa grosseiro. Introduza com: Olá, como vai? E ao se despedir, use: Prazer em conhecê-lo(la).

Leve em consideração que todo relacionamento é uma relação política.

Ao receber um cartão de visita, imediatamente entregue o seu. Nunca dobre a ponta do cartão. Embora algumas pessoas façam, isso não é correto.

Beijos? Só para os íntimos!

Celular: ao conversar com alguém, mantenha o celular desligado, pois se você pára para atender a todo momento, passa para seu interlocutor falta de interesse em sua pessoa ou no assunto tratado. Caso precise deixar o celular ligado, por estar esperando alguma ligação importante, avise o seu interlocutor antes de iniciar a conversa.

Traje: roupas coerentes com a função demonstram credibilidade. Podem seduzir, influenciar, e até trazer progresso profissional.

Grupo informal: roupas que deve ser usadas por profissionais como: artistas plásticos, publicitários, designers entre outros que trabalhem com criação ou áreas afins. Exemplos: camisetas com estampas, calças jeans novas, calças de sarja ou brim, sapatênis, baby look, blusa sem manga.

Grupo formal: normalmente formado por executivos e profissionais que ocupam cargos diretivos e gerenciais de grandes empresas. Exemplos: taileur = calça + terno ou saia + terno. Saia: até 3 dedos acima do joelho. Terno, sapato social, gravata ( invista nela!). Roupas de boa qualidade, peças clássicas em geral.

Evite: roupas muito fashion, conservadoras e esportes demais.  Roupas transparentes, apertadas e curtas.

Acessórios: cor do sapato = cor do cinto. Meia = cor do sapato.

Lembre-se: maquiagem também é atitude. O trio blush, batom e rímel conferem um aspecto saudável.  Você deve transparecer em seu visual a imagem da empresa para a qual trabalha.

Entrevistas: use a cor azul, pois passa confiança. O preto não é muito aconselhável, pois passa austeridade demais.

Reuniões: não use babadinhos, pois passa muito romantismo, o que dificulta nas negociações. Um pingo de gloss no meio dos lábios (no caso das mulheres por favor!) faz com que as pessoas prestem atenção no que você tem a dizer.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dicas para o ano de Vestibular - Vestibular Brasil Escola

Dicas para o ano de Vestibular - Vestibular Brasil Escola

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Adaptação: um período muito necessário!

Começaram as aulas e com elas também inicia uma fase difícil para muitos pais e crianças, principalmente quando ainda são bebês! Esse é o caso da minha turma: são crianças de 1 a 2 anos, aproximadamente.  O primeiro dia, eles chegam desconfiados, mas ficam seguros, já que os pais permanecem na sala com intuito de se integrarem à sala e à professora.  Já no segundo dia, começa o martírio: os pequenos, ao verem seus pais saindo e dizendo tchau, sentem como se o chão lhes faltasse e aí o desepero começa... Na mente deles, os pais foram para sempre. Com muito jeitinho das professoras que os acolhem, eles vão percebendo que não é de todo ruim... Tem brinquedos diferentes, novidades e muitos amiguinhos para brincar. Mas  a adapação não é só para as crianças: os pais, agora se vêem no dilema de ter que deixar o filho em um ambiente estranho à primeira vista. Vem o sentimento de culpa e a sensação de impotência, por não saber o que fazer para amenizar a dor do filho. Então eu digo: é uma fase inevitável, pois toda mudança dá medo, ninguém gosta de enfrentar o desconhecido. Mas, quanto mais cedo o ser humano  enfrenta seus medos, mais fortalecido será diante das incertezas do mundo. Não adianta deixar para depois do carnaval, pois só estará adiando o sofrimento. Os pais precisam passar segurança para os filhos; tomar uma postura tranquila ao deixar seu pequeno na porta da sala, se despedir com segurança, mostrando que vai dar tudo certo ainda que o coração peça para abraçar o filho bem forte e não deixá-lo ali. Bom, para encorajar todos os pais que estejam nessa situação posso lhes dizer: isso passa, seu filho se sairá muito bem e será muito feliz nessa nova etapa da vida dele.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Férias com as crianças? O que fazer

Passaram-se a metade das férias e tudo que foi programado para fazer acabou: começam as brigas, filho com cara entediada, choro dos pequenos... e aí o que era para relaxar estressa qualquer um. Nessas horas lembro das minhas férias na infância... minha mãe não precisava se preocupar comigo... quando não saíamos para lugar nenhum, descia para o térreo do bloco onde eu morava, interfonava para os meus amigos e fazíamos muitas brincadeiras juntos: polícia e ladrão, cantinho, esconde esconde, jogos, esconderijos, beti, corrida de bike, vôlei... Era brincadeira que não acaba mais... Bom, agora vejo que há muita dificuldade em reunir amigos ou até mesmo colegas para fazer brincadeiras. O grande vilão é a violência. Muitos podem dizer isso. Mas será que não há uma alternativa melhor para as crianças poderem brincar na vizinhança? Bom, a minha sugestão é: você, pai, você, mãe, tome uma atitude incômoda, mas que no final vai ser bom para seus filhos: conheça mais os pais dos amigos e vizinhos dos seus filhos. Assim, você poderá combinar com eles de cada dia um adulto ficar na vigílha, quando seus filhos forem brincar na rua. Não sobrecarregará ninguém e você verá satisfação no rostinho dos pequenos. Agora para os menorzinhos a sugestão é: combine com seus amigos e vizinhos que também tem filhos pequenos de sairem juntos. Todos se ajudam, além do que as companhias serão bem compreensivas, não é mesmo? Vamos lá, gente arregacem as mangas, não deixem os seus filhos plantados na frente da TV, PC ou videogame... Esse tempo vai passar e não irá voltar,  lembrem-se disso.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Desabafo

No último dia 31 de Dezembro de 2009, o então respeitado por seus devidos comentários, Bóris Casoy, desafinou. Falou o que pensava, sem se atentar ao áudio vazado no ar e disse desaforos aos garis que lhe acabaram de desejar felicitações para o próximo ano. Ele só se esqueceu de uma coisa, que os garis estão felizes da vida: felizes porque apareceram  na Band, felizes porque trabalham honestamente, felizes porque têm a oportunidade de melhorar a cidade em que vivem, felizes porque pagam as contas, felizes porque dentre muitos desempregados, foram selecionados para trabalhar limpando as sujeiras que pessoas como o próprio Bóris joga da janela do seu belíssimo carro (espero que ele realmente não faça isso, mas sinceramente, depois do seu infeliz comentário espero qualquer coisa.) Engraçado... dá para comparar com a trajetória de qualquer pessoa decente, inclusive do então apresentador, não é mesmo? A diferença é o desfecho dessa história: enquanto eles o felicitavam em rede nacional, ele infelizmente e desastrozamente tece comentários sujos ao respeito deles. Só posso lhe dizer uma coisa, Bóris: Isso é uma vergonha!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Encontros e desencontros: será que sou eu?

No livro: A Humana Docência, de Miguel Arroyo, acontece uma grande reflexão em torno do ofício de educador. Me senti incluída no trecho em que ele fala por muito tempo (e que disfarçadamente até hoje) encontra-se a educação como sinônimo de adestramento, como moralização para ter-se um povo ordeiro e trabalhadores submissos. Desencontros que têm marcado a visão da educação e da escola e a auto-imagem de seus profissionais, quando se diferencia educação de ensino, dizendo que tudo vem de uma cultura social, política elitista que quer mostrar serviço. Às vezes me sinto sufocada com tantos parâmetros e percebo que, o que  realmente se aprende na faculdade ainda  não condiz com a realidade da sala de aula. Por que, em se tratando de teoria, aprendemos muita coisa bonita e motivadora, e quando entramos em cena, amarram nossos braços para fazer de um jeito só, e vendam nossos olhos críticos, com a justificativa de “adequar-se à proposta metodológica”. Mas e a LDB? Não é uma só? Como os pais dos meus alunos me vêem? Como uma educadora ou como professorinha? Por que é que do outro lado do balcão não vejo tanta importância assim pelo nosso trabalho? É... Como Arroyo diz: “Nesses desencontros, nos desencontramos. Em nosso papel social e cultural se encontram imagens não coincidentes, que foram perfilando um rosto desfigurado. Esse rosto desfigurado, indefinido de mestres e de nosso fazer social condiciona políticas de formação, currículos de formação e as instituições formadoras. Tem condicionado as teorias pedagógicas e nosso pensamento pedagógico, tão distante da teoria educativa e tão próximo do didatismo, das metodologias de ensino e dos saberes escolares a serem ensinados.”

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Educação começa pelo exemplo

Esse pequeno passarinho foi resgatado pelo meu companheiro enquanto passeávamos no Parque da cidade - Brasília - DF. Quando o vimos, tinham várias crianças o rodeando. Algumas tentavam pegá-lo, mas ele reagia se arrepiando todo e piando alto. Teve até um garoto por volta dos 7 anos que ia chutá-lo, quando meu companheiro impediu, segurando esse filhote, tão indefeso, nas mãos. Então ele fez algumas ligações, afim de saber o que fazer com o passarinho. Descobriu então que poderia levar para o zoológico. Parecia fácil, mas não foi tão fácil. Mas no final deu tudo certo e o entregamos aos responsáveis pela parte veterinária do zôo. Você agora deve estar perguntando: o que isso tem a ver com exemplo? Aí é que está o ponto-chave da questão: estava nos acompanhando minha querida filha, de nove anos. Ao presenciar tudo isso, várias perguntas eram feitas por ela, do tipo: como será que ele caiu? Poque não procuramos o seu ninho e o colocamos de volta? Mas porque fazer tudo isso por um bichinho? Respondemos a todas as perguntas, favorecendo a segurança e preservação da vida do passarinho. E então ficou uma lição concreta para ela. Uma oportunidade que muitos educadores gostariam de ter em suas mãos para poder explicar muitas coisas que teorias e livros não explicam. E assim é o exemplo, pois ele vale muito mais do que palavras. Fiquei feliz, porque salvamos o passarinho e salvamos um momento de aprendizado para minha filha.